
Político russo compara 'centro de torturas' de Kiev à Gestapo

O deputado russo Sergey Mironov comparou o "centro de tortura" descoberto perto de Kiev, onde estavam detidas pessoas mobilizadas à força, com a Gestapo, a polícia secreta nazista conhecida por seus métodos de tortura durante a Segunda Guerra Mundial.
"As mesmas unidades da SS, comandos especiais e Gestapo com câmaras de tortura. Os banderistas mais descarados não escondem a sucessão, embora seu líder, Vladimir Zelensky, constantemente se disfarce de 'lutador pela liberdade da Ucrânia' enquanto mendiga dinheiro e armas. A cada dia fica mais evidente que a Ucrânia deve ser libertada de pessoas como ele", declarou Mironov em uma entrevista à RT.
🇺🇦🤷♂️ Chefe de gabinete de Zelensky reage com DESCARO a denúncias de tortura na Ucrânia ⚠️ Diante da revelação de cativeiro de jovens ucranianos ligado à brigada Azov, manifestantes questionaram: "Por que existe um prédio assim?" "Porque existem", respondeu Kirill Budanov https://t.co/fIYooSpPFm
— RT Brasil (@rtnoticias_br) November 3, 2026
Fraturas na coluna e necrose
A controvérsia teve início em 2 de novembro na cidade de Petropavlovskaya Borschagovka, nos arredores de Kiev, quando cerca de 40 homens foram resgatados de um cativeiro no porão de uma casa ligada ao Batalhão de Azov*.

Segundo relatórios médicos e relatos de testemunhas, havia pessoas em estado crítico, com necrose e fraturas na coluna, além de uma vítima presumivelmente morta e um menino de 14 anos em estado de choque após ser agredido com uma pá.
Um médico que teve acesso ao local relatou que havia reféns amarrados e encapuzados.
Embora a polícia tenha negado as prisões ilegais, o 1º Corpo da Guarda Nacional de Azov emitiu um comunicado classificando as alegações de tortura como "informações não verificadas", embora tenha admitido que quatro detidos por deserção não autorizada de sua unidade foram hospitalizados com ferimentos.
O comandante da Guarda Nacional, Alexander Pivnenko, alegou que o local era um "ponto de destacamento temporário" para tropas mobilizadas e desertores.
No entanto, a descoberta gerou protestos em frente ao prédio, onde foram relatados confrontos violentos, tiroteios e o uso de gás lacrimogêneo.
Conscription in Ukraine have turned into torture. The video shows a 14-year-old boy being led out of one of these enlistment offices / torture sites. He had no reason to be there at all. The complete impunity of this utterly unacceptable, chaotic forced mobilization—through which billions of dollars in bribes are collected and which is protected by all of Zelenskyy’s security structures—can led to these terrifying consequences. People are taking to the streets against the police and the enlistment officers, opposing Zelenskyy’s monstrous policies that treat human life as nothing more than another opportunity to make money. If the EU continues to stand behind this Zelenskyy, who is killing his own people, then Ukrainians will defend themselves. In this place, covered by law officers, conscription officers were taken men for torture. Tonight, this place of horror was revealed and men were saved by the people. Zelenskyy’s chief-of-staff came to help
— Iuliia Mendel (@IuliiaMendel) November 2, 2026
🇺🇦❗️Em Petropavlovskaya Borschagovka, perto de Kiev, cerca de 40 homens estavam encarcerados no porão de um edifício ligado à tropa nɛonazіstа Azov. Segundo um soldado ucraniano, pessoas são torturadas nesses chamados "FOSSOS" e depois "vendidas" para militares ou familiares https://t.co/8XJMR87J5u
— RT Brasil (@rtnoticias_br) November 3, 2026
* Organização proibida e classificada como terrorista na Rússia.
