
Colômbia anuncia ofensiva militar após morte de três militares por ataque de guerrilha

O Ministério da Defesa da Colômbia anunciou novas medidas de segurança após o ataque com drones do Exército de Libertação Nacional (ELN) que deixou três militares mortos no Cantão Militar El Trapiche, em Ocaña, Norte de Santander, na noite de 4 de setembro de 2026.

O ataque foi conduzido por drones carregados de explosivos, além de disparos de fuzil e artefatos explosivos improvisados, provocando a morte de dois soldados e um capitão.
As decisões em resposta ao incidente foram adotadas em conselho de segurança com participação do governador da região e altos oficiais militares e policiais, no sábado (5).
O general Jorge Eduardo Mora determinou a ativação da campanha militar e policial "Esparta", que terá sede em Ocaña e articulará as capacidades das Forças Militares e da Polícia Nacional para enfrentar organizações criminosas no Catatumbo, área a nordeste da região atacada.
Também será fortalecido o bloqueio de corredores utilizados por grupos armados para mobilizar contingentes humanos, armamentos e recursos ilícitos.
Tras el ataque terrorista contra el Cantón Militar El Trapiche, se reestructura y activa la campaña militar y policial ‘Esparta’, con sede en Ocaña, para fortalecer el control territorial y enfrentar las estructuras criminales.
— Fuerzas Militares de Colombia (@FuerzasMilCol) September 5, 2026
Se reforzarán los corredores de movilidad ilegal,… pic.twitter.com/2jlb07Hywy
Um arranjo começará a operar entre dois novos centros: o CICOT (inteligência e contrainteligência) e o CIJUT (integração judicial), este último reforçando a coordenação com a Procuradoria para levar responsáveis à Justiça e desarticular redes de apoio ao ELN e dissidências das Farc.
O presidente Abelardo de la Espriella prometeu aplicar "toda a força legítima do Estado" contra o grupo, golpeando suas estruturas, lideranças e finanças.
"Vocês se arrependerão de cada colombiano que matarem", afirmou o presidente em suas redes sociais.

