
'Funcionou perfeitamente': Trump volta a defender interferência em polêmica da Copa do Mundo

O presidente dos EUA, Donald Trump, abordou na sexta-feira (24) a controvérsia em torno da decisão sem precedentes da FIFA de suspender a punição imposta ao jogador americano Folarin Balogun após a partida das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Anteriormente, o presidente reconheceu ter contatado o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para solicitar uma revisão do caso, considerando a sanção inicial "muito injusta".

Falando a jornalistas no Salão Oval, Trump afirmou que acreditava que o cartão vermelho aplicado ao jogador havia sido "uma decisão muito severa". Segundo o presidente, seu pedido de revisão "funcionou perfeitamente" e a decisão final foi a correta.
Trump também disse que haveria grande indignação caso Balogun não tivesse sido autorizado a disputar as oitavas de final contra a Bélgica — partida vencida pelos belgas por 4 a 1 — e os Estados Unidos fossem eliminados da competição. "O que aconteceu foi que eles perderam com seu melhor jogador em campo", afirmou.
"Agora todos estão felizes, inclusive a Bélgica", disse o presidente. Em seguida, acrescentou que os belgas "perderam a partida seguinte, então talvez não estejam tão felizes assim". Apesar da brincadeira, voltou a defender a decisão que permitiu a participação do atacante, classificando-a como "ótima".
Trump também elogiou a atuação de Gianni Infantino durante a controvérsia. "Gianni fez um bom trabalho ao tomar essa decisão", declarou. Por fim, voltou a justificar sua participação no episódio: "Tudo o que fiz foi pedir uma revisão. Achei que aquela decisão não foi boa."
