
China responde firmemente à OTAN sobre supostas ameaças no Ártico

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, pediu a OTAN, nesta sexta-feira (10), que abandone a narrativa que retrata a China como uma ameaça na região do Ártico.

"A China se opõe firmemente à retomada da retórica da "ameaça chinesa", que busca exacerbar as tensões e provocar confrontos no Ártico", disse a porta-voz. A declaração foi feita em resposta a uma pergunta sobre as sugestões do secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, de que a aliança deve impedir que a Rússia e a China consolidem sua presença na região.
A porta-voz observou que o Ártico interessa a toda a comunidade internacional. Ela enfatizou que as atividades de Pequim na área buscam "promover a paz, a estabilidade e o desenvolvimento sustentável" e estão em conformidade com o direito internacional.
Ning acrescentou que os direitos e liberdades de todos os países para realizar atividades no Ártico "devem ser plenamente respeitados".
