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Dieta vegana leva universitária ao suicídio; entenda

A jovem, vegetariana desde 2016, apresentava um quadro de deterioração mental e cognitiva devido à falta do nutriente, essencial para o sistema nervoso.
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Uma investigação oficial concluiu que a morte da estudante universitária Georgina Owen, de 21 anos, foi precipitada por episódios de delírios causados por deficiência de vitamina B12, informou o Daily Mail nesta terça-feira (19). 

O caso envolvendo a jovem da cidade de Saffron Walden, na Inglaterra, ocorreu em setembro de 2019, quando ela tirou a própria vida após enfrentar um quadro de deterioração mental severa.

Georgina seguia uma dieta estritamente vegana desde 2016 por preocupações ambientais. Segundo o laudo do legista, a falta do nutriente — essencial para o sistema nervoso e a produção de células sanguíneas — resultou em manifestações psiquiátricas.

Exames de sangue confirmaram a carência de B12, que é encontrada naturalmente em produtos de origem animal, como carnes e ovos, e exige suplementação rigorosa para adeptos do vegetarianismo estrito.

Relatórios indicaram que a jovem apresentava comportamento errático, ansiedade e dificuldades cognitivas antes do ocorrido. Diários pessoais revelaram um declínio gradual em sua saúde mental, culminando em crenças delirantes.

A família, que já suspeitava da relação entre a dieta e o estado mental da filha, agora busca fomentar pesquisas sobre o tema através de um grupo de estudos fundado pelo pai da estudante.