Notícias

Rússia revela quantas milhares de vezes Kiev violou o cessar-fogo do Dia da Vitória

Rússia revela quantas milhares de vezes Kiev violou o cessar-fogo do Dia da VitóriaGettyimages.ru / Scott Peterson

Apesar da declaração de cessar-fogo, Kiev atacou posições russas mais de 16 mil vezes, informou o Ministério da Defesa russo neste domingo (10).

Por sua vez, todos os grupos de tropas russas na área da operação militar especial continuam a cumprir rigorosamente o regime de trégua desde a meia-noite do dia 8 de maio e permanecem nas linhas e posições anteriormente ocupadas, afirma a nota.

As Forças Armadas da Ucrânia teriam realizado 676 bombardeios contra posições de tropas com peças de artilharia, sistemas de lançamento múltiplo, morteiros e tanques, ao longo de sábado (9).

"Eles também realizaram 6.331 ataques com drones. Além disso, as tropas ucranianas lançaram oito ataques contra posições de unidades russas", acrescentou o Ministério da Defesa.

As forças armadas ucranianas atacaram posições de tropas russas e alvos civis na República da Crimeia, nas províncias de Belgorod, Kursk, Kaluga e Rostov, e na região de Krasnodar com drones e artilharia.

"Nessas condições, as Forças Armadas da Federação Russa responderam simetricamente às violações do cessar-fogo. Lançaram ataques retaliatórios contra posições de lançamento de sistemas de foguetes múltiplos, artilharia e morteiros. Também atacaram postos de comando e locais de lançamento de drones", afirma o Ministério.

  • O Ministério da Defesa da Rússia declarou uma trégua temporária com as forças do regime ucraniano na quinta-feira (7), em comemoração ao Dia da Vitória, da meia-noite do dia 8 de maio até o dia 10 de maio.
  • Segundo o ministério, apesar da trégua declarada, Kiev violou o cessar-fogo lançando ataques. A agência especificou que as violações por parte da Ucrânia totalizaram 1.630.
  • Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, advertiu na sexta-feira que seu país responderia "sem piedade" caso a Ucrânia tentasse sabotar "o feriado sagrado" do Dia da Vitória, celebrado em 9 de maio e que comemora o triunfo do povo soviético sobre a Alemanha nazista em 1945.