
Executiva do JP Morgan é acusada de transformar funcionário em escravo sexual

Uma executiva do banco norte-americano JP Morgan foi acusada no Tribunal Superior do Condado de Nova York por um de seus colegas de trabalho de ter usado sua influência e poder dentro da empresa para transformá-lo em seu escravo sexual, informa o Daily Mail em publicação na quarta-feira (29).
Lorna Hajdini, de 37 anos, teria forçado seu colega, que decidiu manter o anonimato para proteger a si mesmo e sua família, a realizar "atos sexuais não consentidos e humilhantes" durante meses, apesar dos apelos do homem para que ela parasse.
A vítima afirma que Hajdini chegou a drogá-lo em mais de uma ocasião para facilitar os atos sexuais, além de ser sujeitado a insultos racistas que, segundo ele, começaram quase imediatamente depois que ambos começaram a trabalhar juntos na primavera de 2024. A partir desse momento, o denunciante sustenta que as investidas se tornaram mais explícitas e frequentes.

Além disso, Hajdini teria conseguido acesso à conta bancária da vítima para rastrear seus movimentos, supostamente a ameaçava prejudicar sua carreira no banco e controlava alguns de seus pagamentos.
O homem afirma que, inicialmente, apresentou uma reclamação ao Departamento de Recursos Humanos, mas que, depois disso, a situação só piorou, a ponto de se ver forçado a deixar o emprego e receber ligações telefônicas nas quais era ameaçado com a denúncia às autoridades de imigração sobre ele e sua família.
A denúncia também acusa o JP Morgan de permitir tal comportamento; no entanto, um representante da empresa indicou que o denunciante não apresentou provas suficientes para sustentar suas acusações.
