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Trump: 'Se derem uma arma nuclear ao Irã, mundo vai explodir'

Ao mesmo tempo, garantiu que caso se chegue a um acordo com a república islâmica, os preços de produtos como o gás e a gasolina "cairão significativamente".
Trump: 'Se derem uma arma nuclear ao Irã, mundo vai explodir'Gettyimages.ru / Tom Williams / CQ-Roll Call, Inc

Em entrevista à Fox Business, que foi ao ar nesta quarta-feita (15), o presidente dos EUA, Donald Trump, voltar a afirmar que seria "perigoso" o Irã possuir armas nucleares. 

"Se você der uma arma nuclear ao Irã... Quer ver como as bolsas de valores vão despencar? Você não terá mais um país. O mundo vai explodir", afirmou o presidente.

Ao mesmo tempo, garantiu que caso se chegue a um acordo com a república islâmica, os preços de produtos como o gás e a gasolina "cairão significativamente".

Trump alegou que já se chegou a um certo entendimento e que se podem esperar boas notícias "talvez quase imediatamente, pode ser muito em breve".

  • O Paquistão propôs sediar uma segunda rodada de conversas entre os EUA e o Irã em Islamabad antes de 22 de abril, data em que expira o atual cessar-fogo, segundo a agência AP, citando fontes.
  • O ministro das Relações Exteriores e vice-primeiro-ministro do Paquistão, Ishaq Dar, já havia declarado que seu país continuaria a facilitar o diálogo entre os dois lados.
  • Embora o local e a data exatos ainda não tenham sido definidos, a nova rodada poderia ser realizada na quinta-feira (16), revelaram autoridades americanas que falaram à AP sob condição de anonimato.
  • No entanto, essas mesmas fontes indicaram que a reunião também poderia ocorrer em Genebra, na Suíça. Outros possíveis locais incluem a Turquia ou o Egito, segundo a Bloomberg, citando fontes familiarizadas com o assunto.
  • De acordo com essas fontes, as autoridades turcas e egípcias têm envidado esforços diplomáticos para ajudar a resolver o conflito.
  • Enquanto isso, Teerã e Washington mantêm contato constante por meio de intermediários, disseram autoridades do Oriente Médio ao The Wall Street Journal.
  • Apesar da forte retórica pública, tanto Washington quanto Teerã estão dispostos a negociar, desde que os dois lados demonstrem flexibilidade, acrescenta a publicação.