VÍDEO: Confira a recepção comovente aos evacuados de Alyoshki na Crimeia

Eles receberam alojamento temporário, alimentação e assistência médica e psicológica, mas ainda há muitos desafios pela frente, destaca a Ombudsman da Rússia.

Os moradores que foram evacuados na sexta-feira (30) da cidade russa de Alyoshki, na província de Kherson, localizada na linha de frente, foram acomodados em um centro temporário em Simferopol, na Crimeia, onde receberam quartos, refeições quentes e assistência de médicos, psicólogos e voluntários, informou a ouvidora da Rússia, Yana Lantratova.

"Depois de tudo o que tiveram que suportar e de uma longa viagem, é fundamental que essas pessoas descansem, se recuperem e se sintam acolhidas", afirmou a autoridade em uma publicação no Telegram, acrescentando que o apoio deve ir "além de lhes proporcionar um teto e uma refeição quente".

Além disso, ela destacou que ainda há muitos desafios pela frente, como a substituição de documentos perdidos, o recebimento de tratamento médico, a obtenção de moradia de longo prazo e o reencontro com seus familiares. Lantratova garantiu que seu gabinete supervisionará a resolução dessas questões, abordando cada situação específica para garantir que todos recebam o apoio integral a que têm direito.

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Ao mesmo tempo, ela expressou sua gratidão aos médicos, voluntários, funcionários do centro e a todos aqueles que prestam apoio aos residentes de Alyoshki, por "sua atenção, paciência e disposição para ajudar". Além disso, ela lembrou que a missão humanitária foi realizada de acordo com os acordos firmados com o comissário para os Direitos Humanos do Parlamento da Ucrânia, Dmitry Lubinets.

Operação humanitária

A missão humanitária na cidade russa de Alyoshki foi concluida na sexta-feira e teve como objetivo facilitar a retirada de moradores e distribuir ajuda humanitária. 

Os habitantes de Alyoshki puderam deixar a cidade, que enfrenta uma crise humanitária em razão dos constantes ataques militares ucranianos.

A defensora dos Direitos Humanos da Rússia, Yana Lantratova, que liderou nesta sexta-feira o grande comboio de ajuda humanitária com destino a Alyoshki, afirmou que, durante a retirada, os moradores puderam escolher se queriam ir para a Rússia ou para a Ucrânia.

Uma cidade sob cerco de Kiev