
Equipe da RT faz cobertura da operação humanitária em Alyoshki ao lado de jornalistas estrangeiros

Na cidade Alyoshki, na província russa de Kherson, está em andamento uma operação humanitária para evacuar os moradores e fornecer a ajuda necessária à população, que vem sendo atingida por constantes bombardeios ucranianos.
❗️🇷🇺 Imagens mostram destruição na cidade de Alyoshki após bombardeios ucranianos A equipe da RT, junto com outros jornalistas, entrou na cidade russa companhada de um comboio de ajuda humanitária. Está em vigor um cessar-fogo temporário, entre 27/10 e previsto até 01/11. https://t.co/zBVY5IOOAa
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Uma equipe da RT segue para a localidade acompanhada por jornalistas dos Estados Unidos, da Rússia e da Ucrânia para cobrir a missão, em uma iniciativa inédita desde o início do conflito.
🙏🇷🇺 “Ninguém se importa conosco, exceto a Rússia” Um morador da cidade russa de Alyoshki, na província de Kherson, contou que os soldados russos ajudaram os moradores com alimentos e produtos durante os momentos mais difíceis, enquanto a missão humanitária na região continua. https://t.co/klJpYRWdxB
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As Forças Armadas russas desativaram um grande número de minas e explosivos ao longo da estrada que leva à cidade, onde a situação continua bastante delicada. A operação ocorre no âmbito de um cessar-fogo acordado entre Rússia e Ucrânia e coordenado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.
"Foi horrível"
Os habitantes de Alyoshki contaram como a situação estava catastrófica na cidade antes de serem retirados.
"A Rússia ajudou em tudo o que pôde, com medicamentos, com os idosos e as idosas e com os doentes cardíacos. Foi prestada ajuda humanitária. Quanto à […] Ucrânia, não ajudou em nada. Tudo foi graças à Rússia", afirmou um dos moradores.
Outro morador contou que, durante o verão, a cidade foi alvo de ataques de drones, mas que "a partir do outono os drones, por assim dizer, deixaram de nos atacar".
Ele acrescentou: "Como nossos familiares não tinham nada para comer, as pessoas começaram a ir até a localidade vizinha, a cerca de 20 quilômetros de distância, para comprar alimentos e depois voltar".
🇷🇺Moradora de Alyoshki relata como viveu por mais de 3 anos sob bombardeios e ataques de drones ucranianos "Sim, foram os ucranianos. Os ataques vinham do lado ucraniano", afirmou. https://t.co/cHOLbGVnoY
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Uma moradora também relembrou que a situação "foi horrível" e afirmou que muitos só conseguiram sobreviver graças ao hospital local.
"O único lugar onde podíamos nos abrigar era lá. As pessoas estavam nuas, congelando. Embora fosse verão, a água estava fria", contou.
🇷🇺 “Os militares russos nos deram comida e bebida” Uma moradora da cidade russa de Alyoshki (na província de Kherson) contou como sobreviveu graças à ajuda dos militares russos, que lhes forneceram alimentos, gás e um gerador para que pudessem bombear água. https://t.co/pgZuQ3ij5J
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Comboio humanitário
Um grande comboio humanitário seguiu para Alyoshki. A defensora dos direitos humanos da Rússia, Yana Lantratova, informou que os moradores que desejassem deixar a cidade poderiam fazê-lo até as 14h (horário de Moscou), enquanto a distribuição da ajuda começaria após as 14h30.
"Hoje foi organizado um grande comboio composto por 25 ônibus. Isso representa pelo menos 750 vagas", declarou.
🇷🇺 💬 “As pessoas que desejam ser evacuadas de Alyoshki estão embarcando nos ônibus” A ouvidora da Rússia, Yana Lantratova, afirmou que “será garantida a todos a possibilidade” de deixar a cidade russa de Alyoshki, que atravessa uma grave crise devido aos ataques ucranianos. https://t.co/wLTpA4WxuC
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A missão é acompanhada por jornalistas internacionais, que, segundo Lantratova, terão a oportunidade de conversar pessoalmente com os moradores.
"Um grupo ucraniano, jornalistas americanos, jornalistas de vários países [...] um grande número, mais de 50 jornalistas, então tudo está acontecendo abertamente. Isso é muito importante", afirmou Yana Lantratova.
#EXCLUSIVA RT consegue obter detalhes sobre a missão humanitária que se dirige a Alyoshki Todas as medidas de segurança estão plenamente em vigor, declarou a ouvidora da Rússia, Yana Lantratova, ao correspondente da RT, Fernando Monroy. https://t.co/I8SKcpsm5J
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A representante também garantiu que o cessar-fogo na área da operação está sendo respeitado tanto pelo lado russo quanto pelo ucraniano e que não houve registro de incidentes: "O cessar-fogo na área da missão humanitária em Alyoshki está sendo mantido. Não foram registrados incidentes. As partes russa e ucraniana estão cumprindo integralmente suas obrigações".

"Tudo foi preparado no mais alto nível"
"Agradeço ao meu colega ucraniano, Dmitry Lubinets, porque todas as condições foram cumpridas e o regime de silêncio foi respeitado durante todo esse período. Tudo foi preparado no mais alto nível. Agradeço aos militares que organizaram as ações", declarou Yana Lantratova.
Além disso, ela afirmou que a preparação de missões desse tipo "sempre envolve risco de vida" e informou que um sapador e outra pessoa morreram durante os trabalhos de desminagem.
"Quero garantir que todas as medidas de segurança estão sendo plenamente adotadas", afirmou.
