Flávio Bolsonaro (PL) enviou seus sigilos bancário e telefônico ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e desafiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a tornar públicos os gastos do cartão corporativo da Presidência e os registros de visitas ao gabinete presidencial, informou o Metrópoles.
A iniciativa ocorre após a campanha de Lula entregar à Corte documentos que permitem a divulgação dos sigilos do petista.
Na petição enviada ao TSE, Flávio argumentou que os gastos do cartão corporativo são custeados com dinheiro público e citou uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU).
"Os gastos do cartão corporativo da Presidência da República são pagos com dinheiro do contribuinte, e auditoria do Tribunal de Contas da União apontou que 99,55% deles foram classificados como sigilosos ou reservados entre janeiro de 2023 e abril de 2025", completa.
O senador também cobrou a divulgação dos registros de visitas ao gabinete presidencial e lembrou a promessa de Lula, feita durante a campanha de 2022, de acabar com o sigilo de cem anos no primeiro dia de governo.