
Brasil assume 2º lugar entre fornecedores de petróleo à China em 2026

A Arábia Saudita perdeu para o Brasil o posto de segundo maior fornecedor de petróleo bruto à China no período entre janeiro e setembro de 2026, segundo dados alfandegários divulgados nesta terça-feira (30), informa a Folha de S.Paulo.

As importações chinesas de petróleo bruto brasileiro somaram 44,29 milhões de toneladas, superando as 43,12 milhões de toneladas procedentes da Arábia Saudita.
Em setembro, as compras de petróleo da Arábia Saudita caíram 62% em relação ao mesmo mês do ano anterior, somando 2,70 milhões de toneladas, ou 660 mil barris por dia.
A Rússia, principal fornecedora de petróleo à China, exportou 9,94 milhões de toneladas em setembro — 2,42 milhões de barris por dia —, um crescimento de 20% na comparação anual, embora com recuo de 11% frente a agosto.
O volume importado do Iraque ficou em 4,84 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 19% em relação ao ano anterior e, ao mesmo tempo, um crescimento de 248% frente a agosto.
Os dados alfandegários indicam que as importações de petróleo bruto dos EUA, da Venezuela e do Irã ficaram zeradas em setembro, tal como no ano anterior.
