VÍDEOS: Protestos violentos atingem a Itália com incêndios, saques e repressão

Manifestantes continuam a protestar na Itália contra o alto custo de vida e outras reivindicações sociais, a exemplo de manifestações violentas que estão abalando a França e a Albânia.
17/10 - Italie 🇮🇹 protestation contre la vie chère + étudiants à Milan mobilisation aussi à Bologne et Turin https://t.co/7gWvJ6bI9H
— Charli☀️🦎 (@CharliB97783485) October 17, 2026
Confrontos violentos entre a polícia e manifestantes foram registrados em Milão no sábado (17), segundo ABC News, juntamente com saques e incêndios em mobiliário urbano e propriedades privadas. O epicentro dos distúrbios foi o centro da cidade, ao redor da icônica Piazza del Duomo.
🇮🇹 Italy joins in: Milan burns as cost-of-living protests spread from France While France was burning, Italy had its own day of rage. Thousands, mostly very young, marched in Milan against rising prices, low wages and collapsing public services. It quickly turned into hours of street fighting in the city center. Protesters threw stones, firecrackers and café tables at police, who answered with tear gas and water cannon. Bins and a construction site in Piazza Duomo were set on fire, shop windows smashed and a store looted. The square was evacuated and metro stops shut down. Dozens were detained, many of them minors. There were also clashes at Bologna's train station and unrest in Turin, while marches took place in Rome, Florence and Naples. Italy's largest union has now announced a general strike for next month.
— brane mijatovic (@brane_mija64426) October 17, 2026
Manifestantes encapuzados jogaram pedras e outros objetos contra a polícia de choque e incendiaram barricadas improvisadas com mesas de bar. Em resposta, os policiais usaram gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar a multidão, que também foi retirada da galeria comercial de luxo Vittorio Emanuele II.
Como resultado dos incidentes, pelo menos dois policiais ficaram feridos e quase 50 manifestantes, incluindo vários menores, foram presos. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, condenou a violência em suas redes sociais. "Manifestar-se é um direito. Incendiar nossas cidades não é", declarou.
Ho grande rispetto per le migliaia di persone che oggi hanno manifestato pacificamente, anche partecipando alla mobilitazione indetta dalla CGIL che ha visto anche la partecipazione dei leader della sinistra. Qualunque siano le idee per le quali si manifesta, la partecipazione è alla base di qualunque sana democrazia. Dall’altro lato, però, non possiamo ignorare quanto accaduto in altre piazze italiane. A Milano, come mostrano queste immagini, lanci di pietre contro le Forze dell’Ordine, agenti feriti, danneggiamenti e violenze che hanno costretto a interrompere il corteo. A Torino sono state fermate persone con sanpietrini e martelletti frangivetro. A Bologna i disordini hanno portato alla chiusura precauzionale della stazione ferroviaria. Teppisti che sfruttano le manifestazioni per seminare il caos, aggredire chi garantisce la sicurezza e tenere in ostaggio intere città. Manifestare è un diritto. Mettere a ferro e fuoco le nostre città non lo è. Rinnovo la mia richiesta alle opposizioni: non siano ambigue su questo. Condannino senza ambiguità queste violenze e lancino un appello chiaro affinché ogni mobilitazione sia pacifica. Di fronte a scene del genere, il rifiuto deve essere unanime. Ogni reticenza diventa giustificazione. Il silenzio non è accettabile.
— Giorgia Meloni (@GiorgiaMeloni) October 17, 2026
Em 16 de outubro, milhares de estudantes foram às ruas da Itália para protestar contra o governo de Meloni no que chamaram de "O dia do não a Meloni".
Os estudantes exigem melhorias nas condições educacionais e também soluções para o alto custo de vida no país além de questionarem um decreto controverso que limita o número de estudantes estrangeiros, sob o lema de"dinheiro para as escolas, não para a guerra", em alusão ao aumento dos gastos militares.
