A vida humana tem um limite de 120 a 125 anos — idade que ninguém até hoje conseguiu ultrapassar, afirmou o cientista da Academia de Ciências da Rússia Sergei Lukianov à RIA Novosti.
Durante uma conferência no festival científico Nauka 0+, o acadêmico assinalou que a esperança de vida aumentou progressivamente no último século, com um ganho médio de aproximadamente seis meses por ano.
No entanto, esse avanço não modificou o limite máximo de longevidade, que se mantém na mesma faixa há "milhares de anos".
Lukianov também alertou que viver mais não significa necessariamente ter boa qualidade de vida. Segundo ele, metade das pessoas acima de 80 anos sofre de demência.
Ele sublinhou ainda que um dos desafios dos pesquisadores atuais consiste em encontrar soluções que permitam não apenas prolongar a vida, mas também garantir que esses anos sejam vividos em condições melhores.
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