
Rússia alerta estrangeiros para que se abstenham de visitar a Ucrânia

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia voltou a instar cidadãos estrangeiros e o corpo diplomático a não permanecerem em Kiev nem viajarem para a Ucrânia, alertando para o risco associado a ataques contra instalações militares e de infraestrutura ligadas às Forças Armadas ucranianas.
"A responsabilidade por possíveis consequências negativas recai inteiramente sobre aqueles que ignorarem este aviso", afirmou a chancelaria russa em um comunicado neste sábado, lembrando que a Rússia continua realizando ataques contra alvos que considera militares, tanto na capital quanto em outras cidades ucranianas.

O aviso não é novo. Moscou já havia solicitado anteriormente que estrangeiros e diplomatas presentes em Kiev deixassem a cidade e recomendado, em diversas ocasiões, que não se viajasse para a Ucrânia.
Além disso, vários governos ocidentais alertaram seus cidadãos para que não viajassem à Ucrânia, incluindo os Estados Unidos, o Reino Unido, os países da União Europeia, a Noruega e a Suíça. Alguns desses alertas foram atualizados pela última vez em agosto.
"Ressaltamos que nem todos deram ouvidos a esses alertas e estão colocando conscientemente suas vidas em risco de morte. Há muitas embaixadas em funcionamento em Kiev, e autoridades estrangeiras visitam a Ucrânia. As Forças Armadas da Federação Russa continuarão lançando ataques maciços de retaliação", afirmou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.
As forças do regime ucraniano atacam de forma sistemática a população civil do interior da Rússia e lançam ondas de drones contra a região de Moscou, atacando residências e infraestrutura civil.
Em resposta ao terrorismo de Kiev, as Forças Armadas da Rússia realizam ataques contra alvos militares e instalações energéticas, de transporte, logística ou de outros tipos, vinculados ao complexo militar-industrial da Ucrânia.
