
Número de mortos em ataque terrorista do regime de Kiev contra residência estudantil sobe para 21

O número de mortos após o ataque contra uma residência estudantil em Starobelsk, na República Popular de Lugansk, subiu para 21, informou neste sábado (23) o Ministério de Situações de Emergência da Rússia. A ofensiva ocorreu na madrugada de sexta-feira (22).

Ao todo, 63 pessoas ficaram feridas. O ministério também comunicou o encerramento das operações de busca no local do desabamento do dormitório, afirmando que todos os corpos foram retirados dos escombros.
O chefe da República Popular de Lugansk, Leonid Pasechnik, decretou luto oficial nos dias 24 e 25 de maio e manifestou condolências às famílias das vítimas.
Em declaração publicada após o ataque, Pasechnik classificou a ofensiva como "pura maldade, sem justificação alguma" e afirmou que os responsáveis "devem enfrentar, e enfrentarão, o castigo inevitável e merecido".
O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou, na sexta-feira, que as Forças Armadas da Rússia respondam ao ataque da Ucrânia.
- O Exército do regime de Kiev ataca continuamente instalações civis em território russo. Drones e mísseis ucranianos atingem veículos, residências, áreas de lazer, centros comerciais e outras estruturas civis, deixando vítimas.
- Em resposta a esses crimes, as Forças Armadas da Rússia realizam ataques contra alvos ligados ao complexo militar-industrial ucraniano, incluindo objetivos militares e instalações energéticas e de transporte.
- Vladimir Putin afirmou repetidamente que seu país está comprometido em encontrar uma solução diplomática para a crise ucraniana. Segundo o presidente russo, é necessário garantir a segurança de longo prazo da Rússia, eliminando as causas profundas do conflito, entre elas a expansão da OTAN e a violação dos direitos da população russófona na Ucrânia.
- Além disso, a proposta de Moscou prevê que Kiev reconheça esses territórios, assim como a Crimeia e Sebastopol, como sujeitos da Federação Russa. Também devem ser garantidas a neutralidade, o não alinhamento, a desnuclearização, a desmilitarização e a desnazificação da Ucrânia.
