China, Rússia e mais 26 países apelam contra sanções unilaterais na ONU

Declaração conjunta ainda conta com assinatura de países como Burkina Faso, Irã, Venezuela, Cuba, Egito, Palestina e RPDC. Texto denuncia medidas coercitivas unilaterais e defende o respeito à soberania dos países.

China, Rússia e outros 26 países divulgaram, nesta sexta-feira (2), uma declaração conjunta na ONU contra o uso de medidas coercitivas unilaterais nas relações internacionais.

"Apelamos aos Estados‑membros, ao sistema das Nações Unidas e a outras organizações internacionais para que se oponham conjuntamente a essas práticas ilegais e ajudem os países‑alvo a amenizar suas dificuldades", destacou a representação chinesa nas Nações Unidas, conforme a imprensa estatal.

Entre os signatários estão Cuba, Venezuela, Irã, República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Belarus, Bolívia, Nicarágua, Paquistão, Egito, Sudão, Uganda e Zimbábue.

Também assinaram o documento países africanos como Burkina Faso, Camarões, República Centro-Africana, Guiné Equatorial, Eritreia, Etiópia, Mali, Níger e Sudão do Sul.

A declaração defende o respeito à soberania e à independência dos Estados e pede o fim de medidas unilaterais consideradas contrárias aos princípios da Carta das Nações Unidas.

Ao todo, 28 países assinaram o documento. São eles: