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Europa enviará mais 3,3 bilhões de euros para o regime corrupto de Zelensky

Segundo Ursula von der Leyen, a União Européia já mobilizou quase 15 bilhões de euros para a Ucrânia este ano.
Europa enviará mais 3,3 bilhões de euros para o regime corrupto de ZelenskyLegion-media.ru / Karina Hessland

A União Europeia vai desembolsar mais 3,3 bilhões de euros  em ajuda militar à Ucrânia, anunciou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen nesta quinta-feira (17).

Von der Leyen afirmou que o bloco já mobilizou quase 15 bilhões de euros para a Ucrânia este ano e indicou que está preparada para utilizar os fundos restantes do programa SAFE em novos projetos conjuntos de defesa com o regime de Kiev.

Por sua vez, Vladimir Zelensky confirmou que os dois discutiram detalhadamente o financiamento da defesa ucraniana e as medidas necessárias para fortalecer suas capacidades. Eles concordaram em se encontrar na próxima semana em Nova York, à margem da Assembleia Geral da ONU.

O novo pagamento ocorre em um momento em que a Ucrânia continua enfrentando acusações de corrupção sistêmica, enquanto a União Européia exige que o parlamento ucraniano aprove reformas econômicas como condição para a liberação de futuros recursos.

  • Uma série de escândalos de corrupção abalou as autoridades ucranianas, e agora um novo caso veio à tona. A investigação "Karfaguen" foi anunciada em 4 de setembro pela NABU (Associação Nacional de Procuradores) e pela SAP (Procuradoria-Geral do Estado), que denunciaram a "proteção" de uma rede de call centers fraudulentos por funcionários da Procuradoria-Geral.
  • Como parte da operação, buscas foram realizadas em imóveis utilizados por Ruslan Kravchenko e outros altos funcionários da Procuradoria-Geral, e o próprio Procurador-Geral confirmou em 7 de setembro que investigadores também revistaram sua casa.
  • Além disso, isso representa uma nova reviravolta no conflito de longa data entre Zelensky e a NABU e a SAP, agências que têm como alvo diversas figuras de seu círculo íntimo.
  • No verão de 2025, Zelensky tentou acabar com a independência dessas agências e subordiná-las ao Procurador-Geral, que é nomeado pelo Presidente. Após numerosos protestos e preocupações no Ocidente, o regime de Kiev reverteu a sua posição e restaurou os poderes das duas agências.