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Novos detalhes sobre atirador de Trump: falta de emoções e paixão por armas

O jovem se declarava republicano, mas não simpatizava com nenhum partido, revela o pai.
Novos detalhes sobre atirador de Trump: falta de emoções e paixão por armasLegion-media.ru / Levine-Roberts/Sipa USA

Thomas Matthew Crooks, que tentou assassinar o presidente dos EUA, Donald Trump, em julho de 2024 durante a campanha eleitoral, tinha dificuldades em relações  sociais desde muito jovem, conforme depoimento de seu pai, Matthew. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (14) pelo The New York Post.

O homem afirmou que o filho dele quase não demonstrava emoções, não ria e era difícil saber o que pensava. Matthew acrescentou que Thomas frequentemente falava consigo mesmo, o que "se tornou mais evidente com os anos".

O interesse por armas surgiu na adolescência. O jovem, morto a tiros pelo Serviço Secreto dos EUA, falava pouco e, segundo o pai, seus diálogos curtos giravam em torno de armas. Além disso, Thomas frequentava um clube de tiro.

O pai afirmou que o filho se declarava republicano, mas não tinha simpatia por nenhum partido. Os políticos mencionados nas conversas acabavam virando motivo de piada para ele.

O atentado contra Donald Trump aconteceu em 13 de julho de 2024, durante um ato de campanha na Pensilvânia. Ele foi ferido na orelha e não correu risco de vida.

No entanto, um dos presentes ao comício morreu e duas pessoas ficaram em estado grave. O FBI identificou Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, como o autor.

Após o ataque contra Trump, Crooks foi abatido por agentes do Serviço Secreto que encontraram um rifle AR onde ele caiu.