Ex-presidente do Equador é condenado a 9 anos de prisão por corrupção

Um tribunal equatoriano condenou o ex-presidente Abdalá Bucaram Ortiz a nove anos e quatro meses de prisão, além de uma multa equivalente a 20 vezes o salário-base unificado, por crime organizado relacionado à venda irregular de mais de 21 mil testes rápidos de COVID-19 e outros suprimentos médicos durante a pandemia.
Além de Bucaram, seu filho e outras duas pessoas também foram condenadas por diferentes graus de envolvimento no esquema de corrupção.
A sentença foi anunciada na noite de quarta-feira (9), mas o ex-presidente prometeu uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira (10) para apresentar supostas provas que poderiam reverter a sentença: "Nos Estados Unidos, um juiz não teria permissão para participar de um caso em que odeia o réu", alegou, aludindo a um dos juízes que o condenaram.
Caso #PruebasCovid_19AgentesAMT | Tras más de 5 años de proceso, #FiscalíaEc obtiene sentencia condenatoria contra Abdalá B. O.; su hijo, Jacobo B. P.; el exagente de tránsito Leandro B.; y Sheinman O.
— Fiscalía Ecuador (@FiscaliaEcuador) September 10, 2026
Desliza para conocer los detalles▶️ pic.twitter.com/qvXm71NKm3
