
'Cargo não confere privilégios': Fachin promete medidas no STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta quarta-feira (2) que a Corte atravessa um momento de "especial gravidade" e que os indícios recentemente revelados exigem "serenidade, responsabilidade e firmeza" da Presidência.
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A declaração foi feita durante transmissão da TV Justiça, em sua primeira manifestação pública sobre o caso envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Fachin destacou que é dever de todos preservar a integridade do Supremo, a autoridade de suas decisões e, sobretudo, a confiança da sociedade na instituição. Em uma das principais declarações, afirmou que "a elevada autoridade do cargo não confere privilégios", mas impõe deveres, limites e responsabilidades que devem ser observados em respeito à Constituição e às leis.
❕🇧🇷 "CARGO NÃO CONFERE PRIVILÉGIOS": Fachin promete medidas no STF
— RT Brasil (@rtnoticias_br) September 2, 2026
Presidente da Corte afirma que "sérios elementos" exigem serenidade, responsabilidade e firmeza em meio à repercussão do caso envolvendo Moraes e Vorcaro. pic.twitter.com/r8Wln2yAAs
O pronunciamento ocorre após a divulgação de um relatório da Polícia Federal que identificou mensagens enviadas por Vorcaro a Moraes no contexto das investigações envolvendo o Banco Master.
O documento foi elaborado por determinação do ministro André Mendonça, relator do caso, e passou a integrar o conjunto de elementos que estão sendo analisados pelas autoridades.
Ao anunciar que o caso terá "o devido encaminhamento institucional", Fachin afirmou que a Presidência do STF ainda concluirá a análise dos fatos e dos procedimentos pertinentes. Segundo ele, nos próximos dias serão anunciadas, "no tempo devido e sem precipitação", as medidas consideradas cabíveis e necessárias.
