Saiba quais economias latino-americanas apresentarão o maior crescimento em 2026

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL)confirmou na quinta-feira (20) que a economia da região crescerá em média 2,2% em 2026, conforme já havia estimado em abril passado.
Esse crescimento sucederia uma expansão de 2,4% em 2025 e também deverá registrar uma recuperação parcial para 2,5% em 2027.
"Se essas projeções se confirmarem, a América Latina e o Caribe completarão cinco anos com crescimento médio próximo a 2,3%, uma taxa insuficiente para elevar, de forma sustentável, a renda per capita, reduzir as disparidades de desenvolvimento e expandir significativamente o espaço para políticas públicas", afirma a CEPAL, que apresentou seu relatório intitulado "Panorama Econômico da América Latina e do Caribe, 2026".
🔶NUEVO INFORME CEPAL🔶
— CEPAL (@cepal_onu) August 20, 2026
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Economía regional crecería un 2,2% en 2026, después de expandirse un 2,4% en 2025, y registraría una recuperación parcial hasta el 2,5% en 2027.
📊De confirmarse estas proyecciones, #AméricaLatina y el #Caribe completaría cinco… pic.twitter.com/OclnrilAP5
Especificamente, de acordo com as estimativas da organização, a Guiana lidera a lista, com projeção de crescimento de 16,2% até o final deste ano. Em seguida vem a Venezuela, para o qual o crescimento econômico é projetado em 6,5%.
Em terceiro lugar está a Nicarágua, com um aumento projetado de 4,5%, seguida pelo Panamá com 4,4% e pelo Paraguai com 4,3%.
Completa o ranking dos dez primeiros a Guatemala e a República Dominicana com 4%; El Salvador com 3,9%; Costa Rica com 3,7%; Honduras, Antígua e Barbuda, Granada e Suriname com 3,5%; e Argentina com 3,3%.
Deterioração internacional
De acordo com a CEPAL, a deterioração do contexto internacional, marcada por um crescimento global mais lento, aumento das tensões geopolíticas, volatilidade financeira e pressões nos mercados de energia, explica parte da desaceleração projetada para 2026.
No entanto, a instituição alerta que a principal restrição ao crescimento regional é "estrutural", devido a "baixos níveis de investimento, fraco crescimento da produtividade, e níveis elevados e persistentes de emprego informal".
