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UFRJ inaugura laboratório para estudos sobre Rússia no Rio de Janeiro

Espaço na Faculdade de Letras reúne ações de ensino, pesquisa e cultura e prevê intercâmbio entre estudantes, professores e pesquisadores do Brasil e da Rússia.
UFRJ inaugura laboratório para estudos sobre Rússia no Rio de JaneiroFábio Caffé (SGCOM/UFRJ)

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) passou a contar com um laboratório dedicado aos estudos sobre a Rússia. O espaço, inaugurado na Faculdade de Letras, será destinado ao ensino da língua, à pesquisa, ao intercâmbio e a atividades de cultura.

Instalado no bloco F da faculdade, o Laboratório de Estudos Russos Innopraktika integra as ações de cooperação entre instituições do Brasil e da Rússia. A proposta também prevê ampliar a participação de estudantes, professores e pesquisadores em projetos entre os dois países.

A inauguração contou com o reitor da UFRJ, Roberto Medronho, o decano do Centro de Letras e Artes, Afrânio Barbosa, o diretor da Faculdade de Letras, Roberto de Freitas Junior, a superintendente-geral de Relações Internacionais, Andreia Lima Belfort Duarte, e o cônsul-geral da Rússia no Rio de Janeiro, Feodosii Alexandrovich Vladyshevskii. Alunos e professores também participaram da cerimônia.

Medronho relacionou a criação do laboratório à aproximação entre Brasil e Rússia por meio da língua e da cultura. O reitor também mencionou a atuação da universidade na formação de tradutores, professores e pesquisadores.

Segundo ele, o laboratório permitirá que estudantes e servidores possam "aprofundar o estudo da língua russa em um ambiente equipado, moderno e voltado à inovação", disse.

Ensino e intercâmbio entram no centro da cooperação

A primeira vice-diretora-geral da Innopraktika, Natália Popova, participou da inauguração por meio de transmissão. Segundo ela, o projeto não ficará restrito ao ensino da língua e deverá servir como plataforma para ações de cultura entre Brasil e Rússia.

"Tenho certeza de que nossa cooperação está apenas começando. Temos pela frente muitas palestras, diferentes projetos, estreias de filmes", afirmou.

A iniciativa também se insere na estratégia de internacionalização da UFRJ. De acordo com Andreia Lima Belfort Duarte, os acordos entre instituições dos dois países envolvem áreas do conhecimento e podem resultar em mobilidade de estudantes, professores e pesquisadores, além da criação de projetos e redes de pesquisa.

"Queremos transformar cada acordo em ações efetivas, duradouras e capazes de gerar benefícios para as nossas comunidades universitárias e para as nossas sociedades", declarou.