Os ministros das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, Catar, Jordânia, Indonésia, Paquistão, Turquia, Arábia Saudita e Egito condenaram, em declaração conjunta, a rejeição por Israel do roteiro de 15 pontos do Conselho da Paz para a Faixa de Gaza. Esse roteiro implementaria o plano do presidente dos EUA, Donald Trump, para a Faixa de Gaza.
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A declaração, divulgada no domingo (16), acusa o governo de Benjamin Netanyahu de minar os esforços internacionais para encerrar guerra em Gaza e de frustrar a iniciativa do presidente dos EUA para estabelecer as condições necessárias para uma paz duradoura. Além disso, os ministros das Relações Exteriores "rejeitam categoricamente qualquer tentativa de negar ou impedir o status de um Estado palestino" e insistem na independência e soberania palestinas dentro das fronteiras de 1967.
Os ministros instaram todas as partes a apoiarem seus esforços para implementar o roteiro e avançar com a segunda fase do plano abrangente de Trump. Eles também apelaram ao Conselho de Paz e a Washington para que tomassem medidas imediatas e concretas para salvaguardar a integridade do plano e "impedir que qualquer parte obstrua sua implementação".
Em 9 de agosto, Netanyahu declarou que "Israel rejeita o documento de 15 pontos" e que suas Forças de Defesa "continuarão a frustrar as ameaças" e "não se retirarão até que o Hamas se desarme" completamente, de forma "real e não fictícia".