Funcionários de inteligência dos Estados Unidos demonstraram ceticismo em relação às informações fornecidas por Israel sobre uma suposta ameaça de assassinato contra o presidente Donald Trump, informou o Washington Post nesta quinta-feira (13).
O problema surgiu após o relato de que o presidente teria sido alvo de um plano de atentado vindo do Irã, o que motivou mudanças em sua movimentação após a cúpula da OTAN em Ancara, em julho.
Segundo informações do jornal, a CIA recebeu alertas de Israel indicando um risco de ataque, o que levou Trump a realizar uma manobra clandestina para deixar a Turquia em um avião militar alternativo, em vez de utilizar sua aeronave presidencial. No entanto, analistas da inteligência americana consideraram as informações pouco convincentes e não as classificaram como ameaças concretas.
O jornalista Tucker Carlson também criticou a narrativa, classificando a situação como uma "campanha de propaganda". Para ele, o objetivo seria criar um interesse emocional em Trump para manter operações militares contra o Irã. Outras fontes questionaram a gravidade do alerta, apontando que a segurança em torno de eventos como a cúpula da OTAN conta com o apoio de milhares de agentes locais.