
Flávio Bolsonaro diz que não confia na PF e rejeita seguranças em sua campanha

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou no domingo (19) que não confia na atual direção da Polícia Federal e disse que não quer agentes da corporação atuando em sua campanha.
"Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha", escreveu o parlamentar em uma publicação nas redes sociais.
"Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS", afirmou.
Flávio fez referência a reportagens que apontam supostos repasses de recursos de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", para Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Entre as suspeitas levantadas pela oposição está a de que o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria atuado como "sócio oculto" de Antônio Camilo.

Promessa para 2027
Ao final, o senador afirmou que pretende valorizar a Polícia Federal caso seja eleito presidente.
"[Os policiais federais] voltarão a ter autonomia para trabalharem e investigarem bandidos, ao invés de receberem ordens pra perseguir opositores de Lula", escreveu.
- Até o momento, não foi apresentada nenhuma prova que tenha resultado em condenação ou responsabilização judicial de Lulinha pelas acusações divulgadas. Além disso, a CPI do INSS foi encerrada em 28 de março sem a aprovação de um relatório final, de modo que a comissão não produziu conclusões oficiais atribuindo responsabilidades ou recomendando medidas com base em um documento conclusivo.
