O senador republicano Lindsey Graham*, que morreu no sábado (11), confessou em suas últimas horas a um amigo próximo que não podia morrer ainda porque precisava "aprovar sanções contra a Rússia", informou o Axios no domingo (12).
Graham, conhecido por sua firme postura anti-Rússia, passou suas últimas horas conversando ao telefone com o presidente Donald Trump, a quem informou sobre sua recente viagem à Ucrânia e a iniciativa de sanções contra Moscou.
Pouco depois, ele começou a se sentir mal e confidenciou a um amigo próximo, que falou com o Axios.
Quando a pessoa o aconselhou a procurar atendimento médico imediatamente, o senador respondeu que o faria no domingo de manhã, após sua aparição na NBC.
Ele então brincou: "Não posso morrer agora. Ainda preciso aprovar sanções contra a Rússia, resolver a questão do Irã e alcançar a normalização das relações entre Israel e a Arábia Saudita", relatou a fonte. Horas depois, Graham faleceu.
Nas suas últimas semanas, Graham também trabalhou em um plano para normalizar as relações entre a Arábia Saudita e Israel.
Ele considerava esse acordo fundamental para "remodelar" o Oriente Médio após a guerra com o Irã.
Morte de Lindsey Graham
O senador morreu em sua residência aos 71 anos "devido a uma doença breve e repentina, posteriormente descrita como uma parada cardíaca.
O senador ocupava o cargo há mais 30 de anos, e era uma das vozes mais forte da "linha dura" dos republicanos, defendendo intervenção militar e sanções contra Rússia e Irã, e suporte incondicional à Ucrânia e Israel.
* Incluído na lista de terroristas e extremistas da Rússia