O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que a agência disponibilizou "todos os recursos necessários" para auxiliar as autoridades locais em eventuais investigações após a morte do senador Lindsey Graham*, segundo um comunicado.
Patel descreveu Graham como "um servidor público dedicado, defensor ferrenho de nossa nação e um verdadeiro patriota" e ofereceu condolências à sua família, entes queridos, colegas e todos que o conheceram "durante este momento devastador".
O político morreu em sua residência aos 71 anos "devido a uma doença breve e repentina", posteriormente descrita como uma parada cardíaca.
O senador ocupava o cargo há mais 30 de anos, e era uma das vozes mais forte da "linha dura" dos republicanos, defendendo intervenção militar e sanções contra Rússia e Irã, e suporte incondicional à Ucrânia e Israel.
* Incluído na lista de terroristas e extremistas da Rússia