O Kremlin enfatizou na segunda-feira (6) que, ao realizar um exercício militar, a China não representa nenhuma ameaça a nenhum Estado na região da Ásia-Pacífico ou a qualquer pessoa no mundo.
"Consideramos um direito soberano da China testar seus mísseis e realizar seu desenvolvimento militar. A China não representa uma ameaça para nenhum Estado na região ou para qualquer pessoa no mundo, e é nossa grande aliada e parceira estratégica", disse o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, a repórteres, comentando o lançamento de um míssil estratégico por Pequim a partir de um submarino de propulsão nuclear no Oceano Pacífico.
- O lançamento do míssil, utilizando uma ogiva simulada, foi direcionado para uma área do Oceano Pacífico. De acordo com a Marinha Chinesa, o projétil atingiu com precisão o alvo pretendido, cumprindo os objetivos estabelecidos para o exercício.
Peskov também abordou os exercícios militares conjuntos russo-chineses que ocorreram no Mar Amarelo entre 6 e 13 de julho. Ele enfatizou que esses exercícios não são direcionados contra nenhum país.
Como parte dessas manobras, denominadas Interação Marítima 2026, navios da Frota do Pacífico da Rússia chegaram à China, incluindo o cruzador da Guarda Revolucionária Varyag, a corveta Rezki, o submarino diesel-elétrico Ufa e o navio de salvamento Igor Belousov.