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Guarda Revolucionária do Irã afirma que 'vingança divina' contra EUA e Israel 'está próxima'

Comandante da Marinha da organização fez as declarações em mensagem divulgada por ocasião do funeral do líder supremo Ali Khamenei e renovou compromisso com os ideais do aiatolá.
Guarda Revolucionária do Irã afirma que 'vingança divina' contra EUA e Israel 'está próxima'AP / Altaf Qadri

O comandante da Marinha do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (CGRI), contra-almirante Ali Azmaei, afirmou que a "vingança divina" contra os Estados Unidos e Israel "está próxima". A declaração foi feita em uma mensagem divulgada por ocasião do funeral do líder supremo iraniano, Ali Khamenei.

Segundo Azmaei, "temos a firme certeza de que a vingança divina contra os Estados Unidos terroristas e o ilegítimo regime sionista está próxima, e que a bandeira da verdade seguirá erguida".

O comandante acrescentou que os integrantes da Marinha do CGRI, responsável pela proteção do Estreito de Ormuz, renovaram o compromisso de seguir "o caminho do líder mártir da nação", com "força e perseverança", em conformidade com os ideais dos mortos.

"Hoje, não nos despedimos; renovamos nosso juramento de lealdade aos seus ideais, à sua firmeza, à sua fé e ao caminho que se estende de seu peito aos brilhantes horizontes do futuro", afirmou.

'Seres mais perversos da Terra'

Azmaei descreveu Khamenei como "um servo virtuoso e combatente no caminho de Deus", afirmando que elededicou sua vida à defesa da comunidade islâmica e dos ideais do islã.

O comandante também condenou o assassinato do líder iraniano, afirmando que o crime foi cometido pelos "seres humanos mais perversos e malvados sobre a face da Terra".

Segundo ele, "esses cegos pela arrogância e seus agentes devem saber que, com esse ato desesperado, não apenas fracassaram em impedir o caminho da verdade, como também se condenaram ainda mais diante da justiça divina e da ira e da dura vingança deste povo".

  • Ali Khamenei foi morto em 28 de fevereiro durante ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O aiatolá, de 86 anos, liderou a República Islâmica por mais de três décadas.