
Brasil precisa quebrar tabus para vencer a Noruega

O Brasil terá um desafio que vai além da classificação às quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Diante da Noruega, neste domingo (5), a Seleção tentará quebrar tabus que já duram décadas.
O primeiro deles é o retrospecto diante dos noruegueses. As duas seleções se enfrentaram apenas quatro vezes na história, com duas vitórias da Noruega e dois empates. Ou seja, o Brasil jamais derrotou o adversário europeu.
O revés mais marcante ocorreu na Copa do Mundo de 1998, quando os noruegueses venceram por 2 a 1 na fase de grupos e avançaram às oitavas de final.

A Noruega também ostenta uma marca única: é a única seleção que enfrentou o Brasil mais de uma vez e nunca perdeu para a equipe pentacampeã mundial.
Jejum prolongado
Além do retrospecto direto, a equipe comandada por Carlo Ancelotti busca encerrar um longo jejum diante de adversários europeus em confrontos eliminatórios de Copa do Mundo.
A última vitória brasileira em um mata-mata contra uma seleção da Europa aconteceu há 24 anos, na final do Mundial de 2002, quando derrotou a Alemanha por 2 a 0 e conquistou o pentacampeonato.
Desde então, o Brasil acumulou eliminações para França (2006), Holanda (2010), Alemanha (2014), Bélgica (2018) e Croácia (2022, nos pênaltis após empate no tempo regulamentar e na prorrogação).
O adversário estará embalado pelo atacante Erling Haaland, principal referência ofensiva da equipe, e pelo meia Martin Odegaard.
