O presidente da FIFA, Gianni Infantino, anunciou na terça-feira (23) que o presidente dos EUA, Donald Trump, entregará, junto com ele, a taça da Copa do Mundo ao vencedor da final desta edição do torneio, que será disputada no dia 19 de julho no estádio de Nova York.
"Estaremos ao lado de Trump, curtindo a final e entregando o troféu ao vencedor juntos", disse Infantino em entrevista à Fox News, na qual o jornalista perguntou: "Juntos?", e o dirigente da FIFA enfatizou: "Claro! Juntos, juntos o tempo todo".
Trump já teve uma experiência semelhante em 2025, quando, ao lado de Infantino, entregou o troféu da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, realizada nos EUA e vencida pelo time inglês do Chelsea. Naquela ocasião, o presidente dos EUA chamou a atenção porque, após entregar a taça, permaneceu ao lado dos jogadores no pódio, comemorando como se fosse mais um integrante da equipe.
A proximidade de Infantino com Trump não é de agora. Em dezembro de 2025, o chefe da entidade máxima do futebol entregou ao presidente dos EUA o recém-criado "prêmio da paz". Segundo Infantino, o chefe de Estado norte-americano foi homenageado com essa honraria pelas suas "ações para promover a paz e a unidade".
Anteriormente, em julho de 2025, o presidente da FIFA anunciou a inauguração de um escritório da entidade na Torre Trump, em Nova York. "Recebemos um grande apoio do governo e do presidente [Donald Trump] por meio do grupo de trabalho da Casa Branca para a Copa do Mundo de Clubes da FIFA e para a Copa do Mundo da FIFA", declarou.
De acordo com o rigoroso protocolo da FIFA, citado pela mídia, o troféu original da Copa do Mundo não pode ser tocado nem levantado por ninguém que não pertença a um grupo extremamente seleto: os jogadores e a comissão técnica que se sagraram campeões, os chefes de Estado e os dirigentes da própria FIFA.