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Morte de cientista nuclear nos EUA toma rumo inesperado após descoberta de seus restos mortais

Um ex-agente do FBI apresentou uma teoria chocante sobre um possível assassinato.
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A polícia americana encontrou uma nova pista no caso de Melissa Casias, funcionária do Laboratório Nacional de Los Alamos, desaparecida há quase um ano. Após a descoberta, reportada pela Polícia Estadual do Novo México na terça-feira (16), ganhou força a hipótese de que ela teria sido assassinada.

Os restos mortais de Casias foram encontrados em 28 de maio na Floresta Nacional de Carson, no estado de Novo México. Uma pistola foi encontrada nas proximidades.

As autoridades afirmaram que a tomografia computadorizada inicial, realizada para determinar fraturas no crânio e, possivelmente, a causa da morte, "não detectou nenhuma bala no crânio".

O ex-agente do FBI, Ben Hansen, também sugeriu no podcast "Brian Entin Investigates" que a mulher pode ter sido assassinada. "Com base no que compartilharam, é extremamente suspeito. Não sei se daria uma porcentagem, mas diria que há cerca de 80% de chance de ser um crime e não apenas alguém deprimido, na minha opinião", afirmou.

Hansen também apresentou a teoria de que Casias foi assassinado por alguém com acesso a tecnologias avançadas, como uma arma de energia direcionada que dispara feixes de radiação de microondas e partículas carregadas em um alvo.

Desaparecimento de Casias

Casias foi dada como desaparecida em 26 de junho de 2025. Segundo o marido, ela o deixou no laboratório argumentando que havia esquecido a credencial e que voltaria para casa. Sua filha afirmou que sua mãe, então, lhe disse que estava pensando em trabalhar de casa.

No mesmo dia, ela apagou todos os dados de seus celulares e os deixou em casa junto com seus documentos de identificação. Mais tarde, ela foi vista pela última vez caminhando sozinha por uma estrada a cerca de cinco quilômetros de distância da sua casa.

O caso de Melissa Casias se somou a uma série de casos de cientistas desaparecidos ou falecidos ligados aos setores de armas nucleares, aeroespacial e de defesa. Entre esses casos estão os do general aposentado William Neil McCasland, do astrofísico canadense Carl Grillmair, e funcionário aposentado do Laboratório de Los Alamos Anthony Chavez.

Laboratório Nacional de Los Alamos foi criado durante a Segunda Guerra Mundial para o Projeto Manhattan — o programa que desenvolveu a bomba atômica — e continua sendo uma das instalações de armas nucleares mais secretas e estratégicas dos Estados Unidos.