A rede de televisão britânica BBC se recusou oficialmente a visitar a cidade de Starobelsk, na República Popular de Lugansk, onde uma residência estudantil foi bombardeada pelas forças armadas ucranianas, e a CNN está em recesso, de acordo com publicação da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.
Pouco antes, a porta-voz havia anunciado que a Rússia estava organizando uma visita ao local da tragédia para correspondentes estrangeiros credenciados em Moscou.
Segundo Zakharova, esta proposta foi apresentada em resposta à "mentira descarada espalhada ontem no Conselho de Segurança da ONU por delegados ocidentais — em particular pela representante da Letônia [Sanita Pavļuta-Deslandes], que perdeu toda a dignidade —, de que supostamente não houve ataques das Forças Armadas Ucranianas contra a escola em Starobelsk".
- O número de mortos no ataque ucraniano ao dormitório estudantil na noite de quinta-feira (21) subiu para 11, com 41 feridos. O paradeiro de vários estudantes é desconhecido e as operações de resgate continuam.
- O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou o ataque ucraniano contra jovens estudantes como "bárbaro", um ataque que também foi silenciado pelo Ocidente. Além disso, afirmou que esse tipo de ataque, realizado com armas de longo alcance fornecidas a Kiev pela OTAN, é lançado com "assistência técnica de especialistas estrangeiros" de países da aliança militar.