Pentágono promete reintegrar militares expulsos por recusarem vacina contra covid-19

Secretário de Guerra dos EUA afirmou que o governo Biden aplicou o mandato de vacinação de forma "ilegal" e prometeu restaurar benefícios dos militares afetados.

O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nesta sexta-feira (8) que a Administração de Joe Biden aplicou de forma "incorreta e ilegal" o mandato de vacinação contra a covid-19 para membros das Forças Armadas e prometeu reintegrar aqueles que foram expulsos por se recusarem a receber a vacina.

Segundo ele, o Pentágono rejeitou isenções médicas e religiosas, provocando "grandes dificuldades" para militares e suas famílias.

Em uma declaração pública, Hegseth afirmou que o Governo do presidente Donald Trump criará um grupo de trabalho para facilitar o retorno dos militares desligados e oferecerá pagamento retroativo, recuperação de benefícios e revisão de antecedentes disciplinares.

"Eles foram maltratados pelo Pentágono de Biden, e estamos corrigindo essa injustiça", declarou o funcionário, que também anunciou uma revisão interna para evitar que o Departamento de Guerra volte a aplicar medidas semelhantes.