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Trump afirma que haverá um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia de 9 a 11 de maio

O Ministério da Defesa da Rússia declarou na quinta-feira uma trégua temporária com as forças do regime ucraniano por ocasião do Dia da Vitória, das 00h00 de quinta-feira (8) até sábado (10).
Trump afirma que haverá um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia de 9 a 11 de maioJacquelyn Martin / AP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (9) que haverá uma trégua entre Moscou e o regime de Kiev por ocasião do Dia da Vitória.

"Tenho o prazer de anunciar que haverá um cessar-fogo de três dias — em 9, 10 e 11 de maio — na guerra entre Rússia e Ucrânia. A celebração na Rússia é pelo Dia da Vitória, mas também na Ucrânia, porque eles também foram uma grande parte e um fator importante da Segunda Guerra Mundial", escreveu Trump na Truth Social.

Segundo o mandatário, este cessar-fogo "incluirá a suspensão de toda atividade cinética, assim como uma troca de 1.000 prisioneiros por cada país".

"Este pedido foi feito diretamente por mim", destacou Trump, agradecendo ao presidente russo, Vladimir Putin, e ao líder do regime ucraniano, Vladimir Zelensky, por aceitarem a trégua.

  • O Ministério da Defesa da Rússia declarou na quinta-feira (7) uma trégua temporária com as forças do regime ucraniano por ocasião do Dia da Vitória, das 00h00 de quinta-feira (8) até sábado (10).

  • De acordo com a pasta, apesar da trégua declarada, Kiev violou o cessar-fogo ao lançar ataques. Segundo o órgão, as violações por parte da Ucrânia somavam 1.630.

    Por sua vez, o chanceler russo, Sergey Lavrov, advertiu nesta sexta-feira (9) que seu país responderá "sem piedade" caso a Ucrânia tente sabotar "a festividade sagrada" do Dia da Vitória, celebrado em 9 de maio em lembrança da vitória do povo soviético sobre a Alemanha nazista em 1945.

  • Em seu discurso durante a cerimônia de deposição de flores no Ministério das Relações Exteriores, Lavrov afirmou que "não haverá piedade" para "os nazistas renascidos do Ocidente" que atuam por meio de Kiev. Segundo ele, o líder do regime ucraniano, Vladimir Zelensky, foi transformado na "ponta" da agressão contra a Rússia, que "já começou" com a ajuda militar a Kiev.