Pelo menos 400 soldados dos EUA ficaram feridos e 13 morreram na chamada "Operação Fúria Épica", conduzida pelas tropas do Pentágono na ofensiva conjunta com Israel para atacar o Irã.
O número foi atualizado nesta quarta-feira (22) pelo Sistema de Análise de Baixas de Defesa. As baixas aconteceram durante agressão contra o país persa, desde o início das operações, no fim de fevereiro.
Segundo o órgão, a maioria dos feridos pertence ao Exército dos EUA, com 271 casos, enquanto outros 64 são da Marinha, 19 do Corpo de Fuzileiros Navais e 46 da Força Aérea.
Do total de feridos, 349 são homens e o restante mulheres. As 13 mortes aconteceram, de acordo com as forças norte-americanas, todas no início da agressão. Os soldados pertenciam ao Exército e à Força Aérea.
- No último dia 7 de abril, os EUA e o Irã firmaram uma trégua de duas semanas e concordaram em reabrir o Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo e do gás comercializados no mundo. O cessar-fogo se encerraria na (21).
- Em uma nova estratégia, o governo Trump aplica desde 13 de abril um bloqueio total "a navios de todas as nações que entrarem ou saírem dos portos e zonas costeiras iranianas".
O presidente dos EUA afirmou na segunda-feira (20) que o vice-presidente J. D. Vance e sua delegação viajariam a Islamabad (Paquistão) para uma nova rodada de negociações de paz com o Irã.
Horas antes de expirar a trégua na terça-feira(21), Donald Trump anunciou sua prorrogação até que o lado iraniano apresente uma "proposta unificada" e as negociações sejam concluídas, "seja qual for o resultado".
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, informou que Teerã optou por se manter à margem das conversas devido a ações inconsistentes e contraditórias de Washington.