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Presidente iraniano responde à 'ilusão de apagar Irã do mapa' expressada por Trump

Masoud Pezeshkian afirmou que a fala de Trump "demonstra desespero diante da determinação de uma nação que faz história".
Presidente iraniano responde à 'ilusão de apagar Irã do mapa' expressada por TrumpGettyimages.ru / Iranian Presidency

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, se pronunciou neste domingo (22) sobre a declaração de Donald Trump, que declarou que país persa está morto: "A ilusão de apagar o Irã do mapa demonstra desespero diante da determinação de uma nação que faz história", escreveu Pezeshkian no X.

"As ameaças e o terror apenas reforçam nossa unidade. O estreito de Ormuz está aberto a todos, exceto àqueles que violarem nosso território. Enfrentamos com firmeza as ameaças delirantes no campo de batalha", afirmou.

O presidente dos EUA escreveu em sua conta no Truth Social que "agora, com a morte do Irã, o maior inimigo dos Estados Unidos é o Partido Democrata, de extrema esquerda e extremamente incompetente!".

Guerra no Oriente Médio

  • Estados Unidos e Israel lançaram um ataque conjunto contra o Irã em 28 de fevereiro. Explosões ocorreram em diversas áreas de Teerã e houve relatos de impactos de mísseis. Posteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o envolvimento do país na ofensiva: "Bombas cairão por toda parte".
  • Os ataques ocorrem após reiteradas ameaças de Washington e Tel Aviv de intervir no país, insistindo em mudanças no programa nuclear iraniano. Por sua vez, o Irã sempre defendeu o direito de desenvolver um programa de forma pacífica.
  • Durante a operação conjunta entre os EUA e Israel contra o Irã, o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto, assim como altos oficiais do governo iraniano.
  • Em resposta, o Irã lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel, bem como contra bases americanas localizadas em países do Oriente Médio.

  • Até o momento, o número de mortes no país persa em decorrência da agressão militar dos EUA e de Israel ultrapassou 1.300 pessoas.

  • Diversos países condenaram a agressão israelense-americana contra o Irã. Os ministros das Relações Exteriores da Rússia e da China, Sergey Lavrov e Wang Yi, respectivamente, descreveram os ataques contra o Irã como "inaceitáveis" em meio às negociações em curso entre Washington e Teerã.