
VÍDEO: Ataque israelense no Líbano deixa vários prédios em chamas

As Forças de Defesa de Israel (IDF) lançaram, na noite de sexta-feira (20) para sábado (21), um ataque contra Beirute. De acordo com o comunicado do órgão, o alvo do bombardeio foram instalações do Hezbollah.
Após o ataque, foram publicados nas redes sociais vídeos de explosões na capital libanesa e de vários prédios no bairro residencial de Dahieh em chamas devido ao impacto de projéteis israelenses.
WATCH: Destruction in Beirut's southern suburbs (Dahieh) following Israeli airstrikes. https://t.co/PNCJ73IA3Bpic.twitter.com/phwaU1Q5pH
— Tabz (@TabzLIVE) March 21, 2026
Footage shows the moment an Israeli airstrike struck Beirut's southern suburbs (Dahieh). pic.twitter.com/RCVCNmmHk1
— Tabz (@TabzLIVE) March 21, 2026
Witnesses have captured a new wave of Israeli bombing in the Lebanese capital, Beirut. Israel claims it is targeting Hezbollah, but three weeks of its attacks have forcibly displaced more than 1 million people in Lebanon. pic.twitter.com/8N7xgbT4Df
— Al Jazeera Breaking News (@AJENews) March 21, 2026
Guerra no Oriente Médio
Estados Unidos e Israel realizaram um ataque conjunto contra o Irã em 28 de fevereiro. Explosões foram registradas em diversas áreas de Teerã, com relatos de impactos de mísseis. Posteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a participação do país na operação e afirmou: "Bombas cairão por toda parte".
Os ataques ocorreram após reiteradas ameaças de Washington e Tel Aviv de intervir no país, insistindo em mudanças no programa nuclear iraniano. Por sua vez, o Irã sempre defendeu seu direito de desenvolver seu programa de forma pacífica.

Durante a ofensiva, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto em um ataque, assim como altos oficiais do governo iraniano.
Em resposta, o Irã lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel e contra bases americanas na região.
Até o momento, o número de mortos no Irã em decorrência da agressão militar dos EUA e de Israel ultrapassa 1.400 pessoas.
Rússia e China criticaram a ofensiva militar. Os ministros Sergey Lavrov e Wang Yi classificaram os ataques contra o Irã como "inaceitáveis" em meio às negociações em curso entre Washington e Teerã.
O novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, segundo filho do falecido aiatolá, foi anunciado em 8 de março. Ele se dirigiu pela primeira vez à nação com a promessa de vingança por cada morte causada em decorrência da agressão contra o povo iraniano.
As Forças Armadas dos EUA informaram que "mais de 5 mil alvos" foram atingidos nos primeiros 10 dias de operação. O Irã relatou mais de 40 ondas de ataques em resposta.
Além disso, o Irã bloqueou quase totalmente o Estreito de Ormuz, rota marítima por onde circulam cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializados no mundo, o que fez disparar os preços dos combustíveis.
