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EUA aprovam venda de armas no valor de US$ 23 bilhões para aliados do Oriente Médio

Segundo o Wall Street Journal, o governo Trump está promovendo essas vendas com o objetivo de apoiar seus aliados no Oriente Médio diante de possíveis ameaças.
EUA aprovam venda de armas no valor de US$ 23 bilhões para aliados do Oriente MédioGettyimages.ru / VCG/VCG

Os Estados Unidos aprovaram um pacote de venda de armas a países do Oriente Médio no valor total de US$ 23 bilhões, informou o Wall Street Journal nesta sexta-feira (20).

De acordo com fontes do jornal, Washington vai fornecer armamentos aos Emirados Árabes, ao Kuwait e à Jordânia.

O Departamento de Estado informou que os Emirados Árabes receberão bombas e radares, bem como mísseis Patriot PAC-3 no valor de US$ 5,6 bilhões além de helicópteros Chinook no valor de US$ 1,32 bilhão.

Kuwait receberá equipamentos de defesa aérea avaliados em aproximadamente US$ 8 bilhões.

Foi aprovada também a venda de aeronaves, equipamentos de apoio e munições no valor de US$ 70,5 milhões à Jordânia.

Guerra no Oriente Médio

  • Estados Unidos e Israel lançaram um ataque conjunto contra o Irã em 28 de fevereiro. Explosões ocorreram em diversas áreas de Teerã e houve relatos de impactos de mísseis. Posteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o envolvimento do país na ofensiva: "Bombas cairão por toda parte".
  • Os ataques ocorrem após reiteradas ameaças de Washington e Tel Aviv de intervir no país, insistindo em mudanças no programa nuclear iraniano. Por sua vez, o Irã sempre defendeu o direito de desenvolver um programa de forma pacífica.
  • Durante a operação conjunta entre os EUA e Israel contra o Irã, o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto, assim como altos oficiais do governo iraniano.
  • Em resposta, o Irã lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel, bem como contra bases americanas localizadas em países do Oriente Médio.

  • Até o momento, o número de mortes no país persa em decorrência da agressão militar dos EUA e de Israel ultrapassou 1.300 pessoas.

  • Diversos países condenaram a agressão israelense-americana contra o Irã. Os ministros das Relações Exteriores da Rússia e da China, Sergey Lavrov e Wang Yi, respectivamente, descreveram os ataques contra o Irã como "inaceitáveis" em meio às negociações em curso entre Washington e Teerã.