
Conflito com Irã pode durar mais do que o planejado pelos EUA

O Comando Central dos EUA (CENTCOM) pediu ao Pentágono o envio de mais oficiais de inteligência para sua sede em Tampa, Flórida, para apoiar as operações contra o Irã por pelo menos 100 dias, informa o portal Politico na quarta-feira (4).
De acordo com as informações obtidas pelo portal, é provável que as operações contra a nação persa se estendam até setembro, o que indica que o conflito pode durar mais do que o inicialmente esperado.

"A pressa em agregar pessoas e recursos para apoiar os esforços, que muitas vezes são organizados muito antes da ação militar dos EUA, destaca como a equipe de Trump não havia previsto completamente as amplas consequências da guerra", diz a publicação.
Escalada no Oriente Médio
- Israel lançou um ataque massivo contra o Irã no sábado (28), alegando a necessidade de "eliminar as ameaças ao Estado" de Israel. Explosões ocorreram em diversas áreas de Teerã e houve relatos de impactos de mísseis. Posteriormente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o envolvimento do país na ofensiva: "Bombas cairão por toda parte".
- Os ataques ocorrem após reiteradas ameaças de Washington e Tel Aviv de intervir no país, insistindo para que altere seu programa nuclear. Por sua vez, o Irã sempre defendeu seu direito de desenvolver seu programa de forma pacífica.
- Durante a operação conjunta entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei , foi morto, assim como altos oficiais do governo iraniano.
Em resposta, o Irã lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel, bem como contra bases americanas localizadas em países do Oriente Médio.
- A Guarda Revolucionária Islâmica anunciou que as Forças Armadas do Irã lançariam em breve a operação ofensiva mais devastadora de sua história contra Israel e os Estados Unidos.
