
Pentágono afirma que Irã tentou assassinar Trump

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, alegou nesta quarta-feira (4), em conferência de imprensa no Pentágono, que as forças americanas mataram o líder de uma unidade iraniana que "tentou assassinar" Donald Trump.

"Também ontem, o líder da unidade que tentou assassinar o presidente Trump foi perseguido e morto", declarou ele durante uma coletiva de imprensa.
O governo Trump acusou repetidamente Teerã de planejar um ataque contra o presidente, sem apresentar qualquer prova ou evidência.
Em particular, ao comentar recentemente a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, Trump vociferou: "Eu o peguei antes que ele me pegasse".
"Eles tentaram duas vezes. Bem, eu o peguei primeiro", acrescentou, referindo-se à acusação não comprovada de que as autoridades iranianas tentaram assassinar o republicano durante a campanha eleitoral. Teerã negou a acusação.
Escalada do conflito no Oriente Médio
- Estados Unidos e Israel lançaram um ataque conjunto contra o Irã no sábado (28). Explosões ocorreram em diversas áreas de Teerã e houve relatos de impactos de mísseis. Posteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o envolvimento do país na ofensiva: "Bombas cairão por toda parte".
- Os ataques ocorrem após reiteradas ameaças de Washington e Tel Aviv de intervir no país, insistindo em mudanças em seu programa nuclear. Por sua vez, o Irã sempre defendeu seu direito de desenvolver seu programa de forma pacífica.
- Durante a operação conjunta entre os EUA e Israel contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto, assim como altos oficiais do governo iraniano.
Em resposta, o Irã lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel, bem como contra bases americanas localizadas em países do Oriente Médio.
