Segundo relatos da mídia israelense, Israel começou a bombardear os subúrbios do sul de Beirute, capital do Líbano, na segunda-feira (2).
Por sua vez, as Forças de Defesa de Israel alegaram que haviam atingido definitivamente um "importante terrorista do Hezbollah em Beirute".
Antes, o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Israel, Eyal Zamir, anunciou o lançamento de uma ofensiva contra o Hezbollah no Líbano, alertando que Israel deveria se preparar para "muitos dias de intensos combates".
Enquanto isso, o grupo xiita havia declarado anteriormente "vingança" pela morte do Líder Supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, lançando uma série de mísseis e ataques com drones contra a cidade israelense de Haifa.
Tel Aviv, por sua vez, atacou alvos do Hezbollah no sul do Líbano e matou o líder da facção parlamentar do grupo, Mohammed Raad.
- Israel lançou um ataque massivo contra o Irã no sábado (28), alegando a necessidade de "eliminar as ameaças ao Estado" de Israel. Explosões ocorreram em diversas áreas de Teerã e houve relatos de impactos de mísseis. Posteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o envolvimento do país na ofensiva: "Bombas cairão por toda parte".
- Os ataques ocorrem após reiteradas ameaças de Washington e Tel Aviv de intervir no país, insistindo para que altere seu programa nuclear. Por sua vez, o Irã sempre defendeu seu direito de desenvolver seu programa de forma pacífica.
- Durante a operação conjunta entre os EUA e Israel contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto, assim como altos oficiais do governo iraniano.
Em resposta, o Irã lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel, bem como contra bases americanas localizadas em países do Oriente Médio.
- A Guarda Revolucionária Islâmica anunciou que as Forças Armadas do Irã lançariam em breve a operação ofensiva mais devastadora de sua história contra Israel e os Estados Unidos.