O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, condenou neste domingo (1º) o ataque israelense-americano ao Irã que matou o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, afirmando que Teerã considera a retaliação "seu dever e seu direito legítimo".
"O assassinato da mais alta autoridade política da República Islâmica do Irã e de um líder e autoridade proeminente no mundo xiita pelo sinistro eixo EUA-sionista é considerado uma declaração aberta de guerra contra os muçulmanos, especialmente os xiitas, em todo o mundo", disse Pezeshkian.
- Israel lançou um ataque massivo contra o Irã neste sábado (28), alegando a necessidade de "eliminar as ameaças ao Estado" de Israel. Explosões ocorreram em diversas áreas de Teerã e houve relatos de impactos de mísseis. Posteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o envolvimento do país na ofensiva: "Bombas cairão por toda parte".
- Os ataques ocorrem após reiteradas ameaças de Washington e Tel Aviv de intervir no país, insistindo para que altere seu programa nuclear. Por sua vez, o Irã sempre defendeu seu direito de desenvolver seu programa de forma pacífica.
- Durante a operação conjunta entre os EUA e Israel contra o Irã, o Líder Supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei , foi morto, assim comoaltos oficiais do governo iraniano.
Em resposta, o Irã lançou várias ondas de mísseis balísticos contra Israel, bem como contra bases americanas localizadas em países do Oriente Médio.
- A Guarda Revolucionária Islâmica anunciou que as Forças Armadas do Irã lançariam em breve a operação ofensiva mais devastadora de sua história contra Israel e os Estados Unidos.