O Laboratório de Astronomia Solar da Academia de Ciências da Rússia (RAS) registrou, durante o fim de semana, uma série de explosões de grande magnitude no Sol. O fenômeno foi detectado por coronógrafos que identificaram ejeções massivas de plasma originadas na face oculta do astro causadas pela atividade de novos grupos de manchas solares.
Apesar da intensidade dos eventos, os cientistas afirmam que não há ameaça direta à Terra, uma vez que as explosões ocorreram no lado oposto ao voltado para o nosso planeta. Dados da sonda Solar Orbiter indicam que processos de rápido decaimento na face oculta sugerem que as ejeções podem ser apenas "rastros" de energia. A probabilidade de erupções de classe máxima atingirem o lado terrestre é considerada baixa, estimada entre 5% e 10%.