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FOTOS, VÍDEOS: Israel bombardeia leste do Líbano

Segundo o exército israelense, o ataque foi realizado contra infraestrutura supostamente pertencente à Força Radwan do Hezbollah na região de Baalbek.
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As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram nesta quinta-feira (26) que lançaram um ataque contra infraestrutura supostamente pertencente à Força Radwan do Hezbollah na região de Baalbek, no leste do Líbano.

A mídia local está divulgando imagens das consequências do bombardeio israelense.

Segundo o exército israelense, a operação visa oito diferentes localidades no Vale do Beqaa e foi realizada em resposta a "repetidas violações do cessar-fogo" por parte do grupo armado. Citado pelo jornal The Times of Israel, as FDI alegaram que as instalações atingidas no Vale do Beqaa eram utilizadas pelo Hezbollah para armazenar armamentos, incluindo foguetes, e para treinamento de ataques planejados contra Israel.

A mídia estatal libanesa reportou diversos ataques em áreas montanhosas do leste do país, principalmente nos arredores da cidade de Hermel, confirmando as informações divulgadas pelas forças israelenses. Segundo o jornal árabe Asharq Al-Awsat, o Ministério da Saúde do Líbano informou que os bombardeios deixaram uma vítima ferida e causaram a morte de um adolescente sírio, de 16 anos

O contexto de tensão permanece elevado na região, diante da intensificação dos ataques aéreos de Israel no Líbano das semanas recentes, declaradamente visando cessar instalações e atividades do Hezbollah. 

Paralelamente aos ataques aéreos, conforme informado pela mídia turca Anadolu Ajansi, o exército libanês tem reforçado suas posições no sul do país após ter sido alvo de disparos israelenses, com Israel mantendo ocupação de cinco colinas libanesas, além de outras áreas que mantém há décadas.

  • O cessar-fogo entre Hezbollah e Israel foi acordado em novembro de 2024. Entretanto, Israel tem continuado a realizar ataques recorrentes, alegando cumprir as provisões do cessar-fogo contra o rearmamento do grupo.
  • Alternativamente, tanto o Hezbollah quanto o governo libanês têm protestado contra esses ataques, considerando que suas operações, em verdade, violam o cessar-fogo.