'Kanye está acabado': empresários dos EUA querem banir negócios do rapper no país

O empresário Daniel Starr afirmou que a pressão do governo dos EUA tornará as atividades de Kanye West "quase impossíveis" no país por causa das puiblicações dele em apoio ao nazismo.

As autoridades e empresários norte-americanos farão pressão para que o rapper Kanye West não possa mais fazer negócios nos Estados Unidos por causa das publicações antissemitas em sua página na rede social X, afirmou o empresário Daniel Starr ao jornal The Sun na terça-feira (11).

"Kanye está acabado. Ele simplesmente não conseguirá fazer negócios neste país da mesma forma que fazia antes. Há muita coisa acontecendo nos bastidores para que isso aconteça", declarou Starr.

Ele acrescentou ainda que a única opção do músico seria levar seus negócios para o exterior, fora dos EUA, já que a pressão do governo norte-americano tornará suas atividades quase impossíveis.

Atividades polêmicas nas redes sociais

"E ao criar e vender mercadorias com logotipos antissemitas e coisas dessa natureza, ele pode ter certeza de que o governo Trump não deixará isso passar 100%", afirmou.

O rapper Ye, mais conhecido como Kanye West, causou polêmica com um comercial bizarro para o Super Bowl, que gerou controvérsia entre o público.

Filmado pelo próprio músico durante uma consulta ao dentista, o comercial de 30 segundos mostra Ye exibindo seus novos dentes e direciona os espectadores para seu site yeezy.com, onde o único item disponível para compra é uma camiseta branca com uma suástica estampada.

Suspensão da conta e apoio ao nazismo

Na semana passada, na conta do rapper na rede social X, apareceram postagens sobre vários temas, inclusive em apoio ao nazismo. Quase todas elas foram escritas em letras maiúsculas, sem pontuação, e algumas continham palavrões.

Alguns usuários da rede social sugeriram que a conta do rapper havia sido hackeada. A página de West foi posteriormente excluída da rede social, antes disso, o rapper disse que estava deixando a X e agradeceu ao proprietário, Elon Musk, pela oportunidade de se manifestar.