Mãe pega 7 prisões perpétuas após filha de 11 anos dar à luz em decorrência de estupros do padrasto

O caso foi descoberto em agosto de 2025, quando a criança deu à luz em casa, sem assistência médica, em uma residência sem água encanada.

Uma mulher de 34 anos foi condenada a sete penas de prisão perpétua por permitir o abuso sexual de sua filha e por negligenciar os cuidados com a menina, informou a imprensa. 

O caso, ocorrido em Muskogee, no estado de Oklahoma, nos EUA, ganhou repercussão após o atendimento de emergência a uma residência em agosto de 2025, onde uma menina de apenas 11 anos havia acabado de dar à luz.

As investigações revelaram que a criança não recebeu qualquer assistência médica pré-natal e realizou o parto dentro da própria casa, sendo levada ao hospital apenas posteriormente.

Testes de DNA confirmaram que o pai do bebê era Dustin Walker, de 35 anos, padrasto da vítima.

Além da violência sexual, as autoridades apontaram condições de vida precárias na residência, que não possuía água encanada, e o fato de a menina não ter passado por consultas médicas há mais de um ano.

O padrasto já havia se declarado culpado dos crimes e deverá cumprir prisão perpétua acrescida de 42 anos. 

Cherie Walker, mãe da vítima, foi considerada culpada por todas as acusações de facilitar o crime e por negligenciar os cuidados com a criança.