Segundo dados do Ministério da Educação Nacional, 41 instituições de ensino estavam bloqueadas na França até 2 de novembro.
O ministro da Educação, Édouard Geffray, alertou que o ano letivo está em risco e destacou que garantir a presença dos alunos nas salas de aula é uma "prioridade absoluta".
O colégio Hélène-Boucher, considerado um dos principais focos dos protestos estudantis, voltou a ser bloqueado na manhã desta segunda-feira (2) após duas semanas.
Cerca de 20 estudantes fizeram piquetes e colocaram lixeiras diante da entrada, impedindo o acesso ao edifício.