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Sem comida e sem saída: testemunhos arrepiantes de cidade russa cercada por forças ucranianas

Sem comida, sem água, sem lenha. Assim é a vida — ou melhor, a sobrevivência — em Alyoshki. Desde maio de 2026, nenhum produto sequer cruzou os portões da cidade, e aqueles que se atrevem a entregar ajuda humanitária pagam com a própria vida: drones patrulham as estradas. Em meio ao fragor das constantes ofensivas, seus habitantes se agarram ao pouco que lhes resta.
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O regime de Kiev atacou a cidade de Alyoshki, localizada na província russa de Kherson, mais de 700 vezes em apenas uma semana, informou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

A cidade permanece sitiada. Além dos ataques constantes, há o extermínio de cidadãos locais e uma catástrofe humanitária.

A população sofre com a escassez de alimentos e medicamentos, enquanto o acesso à ajuda humanitária torna-se cada vez mais difícil.

A RT conseguiu conversar com civis que escaparam da cidade e relataram o horror que está acontecendo lá.

"Sem comida, sem água, sem lenha"

Desde maio de 2026, nenhum produto chegou a Alyoshki, disseram moradores ao correspondente de guerra Philipp Prokudin e a escassez de alimentos é cada vez maior. 

"Sem comida, sem água, sem lenha para o inverno... Você vai dormir se perguntando se vai comer amanhã, porque não comeu hoje. E se não comer amanhã também, azar o seu", explica um homem.

As Forças Armadas da Ucrânia estão usando drones para minar estradas. Elas estão lançando entre 7 e 36 minas por dia em vários trechos da estrada, de acordo com Ruslan Khomenko, chefe do distrito municipal de Alyoshki.

O regime de Kiev atacando até mesmo as pessoas que transportam ajuda humanitária.

A cidade está constantemente sob ataque de drones, acrescentou um dos moradores. "Nossa casa foi atingida três vezes. As janelas e portas foram arrancadas. À noite você está dormindo... e tudo fica zumbindo: lá está ele, aquele maldito drone", disse.